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terça-feira, 2 de agosto de 2011

Nada em comum .--.

Certos velhos costumes insistem em permanecer em nossas vidas, alguns acontecimentos em comum parecem se explodir em nossos rostos deixando marcas que ninguém possa apagar. Sentindo falta das palavras que sonhei que certo alguém poderia ter dito, mas que decidiu brincar com os sentimentos. A simplicidade das palavras que dizemos antes de dormir que nos faz refletir e sonhar por uma noite. Ao acordar o "bom dia" quase que raro e as conversas informais que nos deixam o dia animador. Os fatos antigos, as lembranças do dia que conheci o desejo. Os amigos de tarde em frente de casa dando risadas do dia que acabou de cair. O fim da madrugada fria que permaneci acordado com os olhos inchados de tanto chorar. O sol brilhando e eu dentro do quarto escuro com a luz apagada. Agora me vejo aqui sozinho festejando a liberdade que alguém pode ter, e acordar lamentando pelo sonho que acabou. Aceitar-me sem você às vezes custa. Como posso esquecer os costumes se nem de você eu me esqueci? Vou abrir os olhos e perder o medo, cansei de mentir pra mim. O novo mundo esta chegando e todo o nosso passado esta vindo, e agora nos atormenta. O meu medo se concretizando e toda a fantasia se vai a meio a tantas verdades.
 Esse ciclo esta vicioso, todos viciam no amor. O ruim é quando não se tem a troca no amor (amor por amor)
fica difícil nossas vidas. O amor preserva costumes que jamais vão se desfazer esqueça as novidades, amar é sofrer e sofrer é amar.