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domingo, 13 de fevereiro de 2011

Realidade conseqüente

Esperei em vão algum contato 
Um pequeno sinal de saudade
Como ja havia previsto 
Nada aconteceu
Apesar de parecer perto...
Apenas aparenta
Por um breve devaneio inglória de uma mente
alvoraçada com pensamentos iludidos
Pressupus de forma irônica 
Que em algum momento 
Fosse fazer falta
Em um circulo onde provavelmente ja se foi
SubstituídoOu ainda...
Nem a tal condição fosse necessária
Se tal presença fosse inoportuna
Nem ao menos valeria lembra-la
Até mesmo quem se disse igual
Derramou lagrimas por alguém que a muito não se era próximo
E que hoje parece não passar de um rosto qualquer
Perdido em uma multidão
De figuras anônimas
Das quais nenhuma se importa com a outra
Eis que por fim 
O novo sobrepõe o antigo
E a história se escreve 
Com novos fatos
Deixando perecer em um passado longínquo
Que ainda se pode ver 
Apegar-se os sentimentos superficiais
só lhe faz perceber como é fácil e simples 
Lidar sozinho com as situações
Que lhe são impostas
Não que seja uma reclamação
Pois as oportunidades aparecerão
E estão sendo aproveitadas
Porém alguns
que pensei que as pudessem reconhecer 
Ou enfim...
Lhe dizer uma só palavra de incentivo
Estão ocupados com qualquer coisa 
Não é ser egoista 
almejar ser reconhecidos por pessoas queridas
Mas apesar de todos os pesares
A longa caminhada até um próximo e reluzente futuro
Nos espera
E não nos da tempo para devaneios alienados
Sobe atitudes que não podem ser avaliadas
pois são inexistentes.

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